Salvador 06 de janeiro de 2009
Com recursos do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador e do BID – Banco Internacional de Desenvolvimento. O MEC através do PROEP – Programa de Expansão da Educação Profissional e da Escola de Engenharia Eletro-Mecânica da Bahia em convênio com a Sociedade Civil de Educação Tecnológica contempla a implantação do CENTRO DE TECNOLOGIA DA BAHIA. O projeto de implantação do Centro de Tecnologia da Bahia prevê a construção de um prédio – 5 pavimentos, a reforma do pavilhão B – 4 pavimentos, a aquisição de equipamentos para laboratórios e mobiliário e, ainda, a aquisição de acervo para a Biblioteca.

Na construção do prédio novo, onde hoje se encontram o Pavilhão C, D e a ruína da Rua da Jaqueira, temos previsto os seguintes ambientes:

  • Lanchonete equipada, Copa;
  • 05 salas de aula;
  • Instalação de 17 laboratórios: Mecânica e Usinagem, Hidráulica, Pneumática, Metrologia, Edificações, Ensaios Mecânicos, Ensaios de Construção Civil, Geoprocessamento, Químico/Física, Eletrônica de Potência, Eletrotécnica/Automação, Eletrônica Digital, Eletricidade, Telecomunicações, Informática, Materiais de Construção/Mecânica dos solos, Segurança do Trabalho, CAD/Projetos;
  • Foyer, auditório com capacidade para 118 pessoas, mais salas de apoio;
  • Posto Médico;
  • Sala de Desenho técnico;
  • Biblioteca;
  • Salas de apoio administrativo: Secretaria Acadêmica; Contabilidade/Tesouraria, Recursos Humanos, Relações Empresariais, Diretoria (03), Conselho Administrativo;
  • Salas de apoio pedagógico: Gráfica, sala dos Professores, Coordenação de Cursos, Orientação Educacional; Supervisão Pedagógica/Dep. de Ensino, Conselho de Ensino;
  • 02 depósitos;
  • Instalações sanitárias em todos os pavimentos.
Todos os ambientes foram projetados dentro de uma conotação pedagógica, de modo a proporcionar conforto e integração dos ambientes que são estrategicamente posicionados e adequados às funções de cada um deles, obedecendo a critérios de bioclimática, limitação de utilização do terreno, com instalações orientadas por normas da OMS, inclusive atendendo aos portadores de deficiência física. Ou seja, que confirmem a vocação dos espaços para aprendizagem. No projeto, optou-se a utilização de materiais simples, de boa qualidade, preços acessíveis e de fácil ocorrência local, permitindo, assim um custo final reduzido.